GLASGOW PARTE I

Todos estamos destinados a viajar

Em Setembro, ainda no limiar entre as férias e o regresso às aulas, a pretexto de mais uma participação no Congresso FIP, fui com a minha filha do meio até Glasgow. Quando fiz as outras viagens levei a mochila cheia de guias anotados, roteiros definidos e mapas escrevinhados. Mas este ano seguimos o Slow trip, uma expressão que usei para definir o estilo da nossa viagem, adaptada da arte de viver devagar, o Slow living.

Esta viagem a duas, mãe e filha única por meia dúzia de dias, reunia todos os ingredientes para ser saboreada devagar. Era a primeira vez com os pés fora do solo português, 100% sozinhas, com todo o tempo para as nossas conversas, sem a aceleração e as mil e uma interrupções do dia-a-dia. Assim entre as sessões do congresso, deambulámos, percorremos e perdemo-nos pela cidade, à espera de sermos surpreendidas, de sentir as tais borboletas na barriga.

No dia da partida …de mochila às costas despedimo-mos dos manos e do pai, e lá fomos as duas entre escalas rumo à maior cidade da Escócia.

GLASGOW

 

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